POSSUIDA

Posted in Uncategorized on janeiro 11, 2012 by josebuceta

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Quando Nietzche Gozou

Posted in Uncategorized on outubro 28, 2011 by josebuceta

Quando Nietzsche chorou

Houve um tempo, bem longícuo, ardoroso
Onde um homem, a sós consigo adorou
Uma doutrina meio estranha, algo complexa
Que, sozinha, se proliferou, mesmo perplexa

Esse homem, dito santo, Super Homem
Sonhou com ritos, descontruções e profetas
Ao seu lado, jazia um vidro de tarja preta
Talvez nele houvesse o segredo de sua avareza

Ele tentou, pensou, refletiu
E ao cansar-se mandou tudo pra puta que pariu
Se o seu amor, como o fél, nada valia
Por que não entregar à maresia?

Em seus sonhos, então, enclausurou-se
Não mais valia tanta dor algo superflua
A partir de então sua vida seria perversa

Aliou-se à corrente do mal
Construiu uma máquina colossal
Em seu topo jazia todo o controle
Escalou-a como sendo uma torre

Plantou nele todas as suas esperanças
Funciona sob a dor das lembranças
Das vadias, eunucos, pensadores e veados
De vidas medíocres e igualmente fado

Tudo seria então destruido de vez
Não haveria mas pra vocês
A física de sua arma era fulgaz
Violenta, idestrutível e eficaz

Disse adeus esse mudou e gritou:
Nunca, jamais saberão quando Nietzhe chorou!
Quando Niezche chorou…

Distúrbio Cacetecinético Rotativo Avassalador

Posted in Livros que não existem e nem nunca vão existir. on agosto 12, 2011 by josebuceta

Nota: esse post estava uma merda, então, pra não criar um outro post sem necessidade, resolvi editá-lo mais uma vez. Contudo, ao contrário do que fiz antes, registrando uma ideia de pouco valor, retomarei o velho hábito de escrever diálogos fora de contexto. No entanto, desta vez, eu lhes darei uma ideia do que está a acontecer:

Na última semana–aproxidamente no dia 10, se não me falha a memória–, gastei o meu precioso dinheiro e alguns créditos do meu cartão de ônibus indo até o Centro da Cidade marcar presença na BGS 2011. Ao contrário do que eu esperava–talvez por vir acumulando espectativas desde novembro do ano passado–, o evento foi uma boa merda. Voltei para casa cheio de frustrações, salvo um pequeno ocorrido: enquanto caminhava à paisana por aquelas instalações precárias e nada empolgantes, avistei um estande curioso. Nele, havia uma enorme tela de LCD, onde estavam a exibir um jogo muito parecido com Silent Hill. Mesmo sabendo o quão improvavel isso seria, por um pequeno instante, tive esperanças de que encontrar, alí, a versão demonstrativa do jogo Silent Hill: Downpour, exposta na E3 do mesmo ano. Ao contrário do que eu esperar, o que eu encontrei, no entanto, foi um grupo de desenvolvedores imaturos, que, aparentemente, estavam a investir esforços no desenvolvimento de um jogo do subgênero “survivor horror”.

Não preciso dizer que isso, quase que imediatamente, chamou a minha atenção. Eu fiquei bastante entusiasmado com o que estava vendo–por mais vergonhoso que seja, era a primeira vez que eu tinha um contato direto com um grupo de desenvolvimento de jogos, mesmo que este fosse um tanto quanto aloprado.

Conversa vai, conversa vem, fui fazendo uma série de perguntas a respeito do jogo, sobre o que ele tratava, quais eram as pretenções de seus desenvolvedores e quais eram as ideias para torná-lo um produto “único”. Tão logo vieram as respostas, espantei-me com a falta de visão daqueles jovens. O que poderia vir a ser, com um pouco de esforço e criatividade, algo relevante, em instantes perdeu-se numa iniciativa mais apaixonada do que racional. Eles, aparentemente, não tinha muita noção do que queriam fazer, e esforçavam-se na tentativa de captar um pouco de outros jogos para que pudessem construir a sua quimera sem alma e sem coração.

Como era de se esperar, gastei um tempo considerável instruindo os coitados. Não que eu possa dizer que sou um grande analista de jogos, cujas ideias superarão os paradigmas da indústria, mas ao menos eu tinha uma visão–pretenciosa demais, admito. Devo ter dado ideias o suficiente para se fazer uns trocentos milhões de jogos ou mais, não sei (e, cá entre nós, isso é um tanto quanto irrelevante agora).

Mesmo sem a garantia de que eles assimilaram bem minhas palavras, d, aquele exercívio serviu para alimentar o pouco de criatividade que ainda resta nesse meu corpinho moribundo.

Entusiasmado pelo meu discurso, tive um monte de ideias interessantes. E é me baseando em uma delas, que vos escrevo estas linhas de diálogo:

–Recebeu a minha ligação?
–Bem… acredito que sim, tendo em vista que nós estamos conversando agora… pelo telefone.
–Não esta, idiota! A outra.
–Que outra?
–Pelo visto não recebeu… isso é mal.
–Que seja. O que você quer? Seja breve, eu geralmente não consigo entender um terço das coisas que você me fala.
–Eu recebi os papéis que você me enviou.
–Sobre a minha nova paciente?
–Não, sobre a sua mãe. Ora bolas, mas é claro!
–Eu acho que você está um tanto quanto estressado hoje. Geralmente só quem me trata como lixo nas segundas-feiras é a minha mãe e os meus cachorros. Minha mãe, ligando para dizer que não tem nenhum orgulho da minha profissão e meus cachorros cagando em meus sapatos.
–Bem feito. Quando eu disse pra você se livrar dessas porcarias, você não me deu ouvidos! Agora aprenda a lidar com seus sapatos cagados.
–O que quer que eu faça? Eu não posso simplesmente colocá-los no vôo mais próximo pra Coréia do Sul!
–Meta-os num saco e jogue dentro de uma lixeira! Dentro de algumas horas terão sufocado até a morte e seus sapatos estão livres desse sofrimento. Mas chega dessa história de fésis, eu tenho algo importante pra lhe falar.
–Pois então fale.
–Você precisa se livrar dessa garota, ela é problema. Ouça bem o que eu digo: essa vagabunda vai acabar com a sua vida, livre-se dela o mais rápido possível, da forma que for! Esqueça esse tratamento idiota, ele não vai dar em nada. Você não está em condições de ajudá-la e, se insistir, vai colocar a merda da sua vida em risco.
–Olha só que curioso, alguém que se importa com a minha vida… Quisera eu que não fosse um cara com bodelands. Olha, Jake, eu fico lisongeado por ter conquistado o seu afeto, mas, infelizmente, eu sou hétero. E, além disso, não do meu feitio abandonar meus pacientes–você entende bem o que eu quero dizer. Me ligue novamente quando tiver informações menos nebulosas, eu tenho umas consultas marcadas e não posso me atrasar.
–Não desligue, sua capivara! Eu tenho trezentas páginas de informações aqui, não vou lhe falar tudo pelo telefone! Se você quiser mais informações, venha até mim que eu lhe entregarei tudo, ok? Tudo!
–Eu não sou assim tão burro! Me lembro bem do que você fez com a sua ex namorada. Não quero passar o meu final de semana trancafiado em um porão, cheio de ematomas. Estarei mais confortavel “em perigo”.
–Tsc… merda, você é um babaca, sabia? Eu estou tentando salvar a porra da sua vida e é assim que você me trata? Quando eu te encontrar, eu vou enfiar essa papelada bem no meio do seu rabo, cê tá me ouvindo? Você vai vomitar cada página dessa merda, uma por uma, e vai ler todas elas, uma por uma, tá me entendendo? Uma por uma!
–Acho que seria mais prático se você me enfiasse por e-mail…
–Como assim e-mail? Que e-mail o quê? E-mail porra nenhuma!
–Não é assim tão complicado, basta escanear as páginas, como num aparelho de fax.
–É tão fácil assim?
–É.
–Tudo bem então! Eu vou pedir pra Jane me ajudar com isso, ela entende bem essas máquinas.
–Contanto que você não tente agredí-la, por mim tudo bem. Tenha um bom dia, Sr. Jake. E não se esqueça das pílulas, elas estão na terceira gaveta ao lado do microondas.
–Eu me lembro das malditas pilulas!
–Sei…

Sup, londom

Posted in Orgias Indigestas on agosto 12, 2011 by josebuceta

–Oi.
–…oi.
–Parece que estudamos no mesmo colégio.
–É, acho que sim.
–Você é fofa.
–Obrigada… eu acho.
–Já jogou Doom?
–Err… sim, algumas vezes. Por quê?
–É incrível. A violência, as figuras satânicas, os labirintos, as músicas.. É tudo tão incrível! É como a melhor coisa já criada pelo homem desde o projeto Manhattan.
–Se você diz, quem sou eu pra discordar?
–Todo mundo é alguém pra discordar. Papai costumava dizer isso quando ele e a mamãe brigavam. Quando eu era uma criança, não era capaz de compreender isso, mas hoje eu vejo que é verdade.
–Provavelmente você está certas, mas eu só disse isso porque… Bem, qual é o seu nome?
–O meu nome é Shirley. E o seu?
–Eu me chamo Michelle, mas o meu primo costumava me chamar de Meesha. No começo eu achava estranho, hoje eu até acho que soa bem. Me acostumei com isso.
–Legal. Meus primo me chama de Shirley porque esse é o meu nome. Acho que ele ainda não arrumou um melhor. Talvez você possa ajudá-lo! A ideia de lidar com pessoas que se referem à mim de uma forma diferenciada é muito excitante. Seria como chegar em algum lugar onde todo mundo te conhece como “Joe” e gostar disso.
–Você é bastante comunicativa.
–Sim. Papai vivia dizendo que eu falava como uma pessoa de, sei lá… uns 80 anos. Como o meu avô, mais precisamente. Sempre tive a vontade de tirar isso a prova com ele, mas ele morreu quando eu tinha quatro anos. Um acidente de carro. Sua cabeça foi arrancada e vôou para fora do carro, caindo dentro do berço de um bêbê cuja mãe estava levando para passear na mesma rual. Disseram que ela gritou como se fosse morrer. Imaginar essa cena é um tanto divertido. Você não acha engraçado?
–Eu estaria mentindo se dissesse que não.
–É verdade. Você e a maioria das pessoas pra quem eu contei isso. Nunca entendi muito bem porque as pessoas sentem tanta repulsa pela morte. É algo tão natural… mais natural do sexo gay. Ainda assim tem pessoas que apoiam o sexo gay, mas se pudessem, se livrariam da morte. Na minha opinião, isso é muito idiota. Eu adoro a morte, é como uma espécie de companheira cuja presença sublime toca profundamente na alma do ser humano. Nós a tememos, mas a amamos. Ela está em todos os lugares. Nos nossos sonhos, pesadelos… às vezes até nos planos. Isso é muito bonito.
–Quantos anos você tem?
–15, e você?
–Err… qual é a sua classe?
–5-B.
–Que bo… Eu digo, que pena. Pelo visto não iremos dividir a mesma sala.
–Não se preocupe, podemos nos encontrar depois das aulas.
–É… eu “acho” que vou me tentar lembrar disso.

Atire primeiro, depois atire de novo.

Posted in Consciência Gaymer on agosto 9, 2011 by josebuceta

–Tá de sacanagem, rapaz?
–Não, ele simplesmente arrombou a porra da porta e meteu três tiros na cara da própria irmã! O cara tá cheio de crack, estamos completamente fodidos!
–Não seja retardado, se ele tem armas, nós também temos. E na nossa posição, em maior quantidade e, eventualmente, qualidade. Se ele acha que vai ser tão fácil fazer o mesmo conosco, então ele sim está muito mais do que fodido. Vou rasgar a bunda daquele viado da maneira mais escrota possível. E, então, quando ele estiver morto, talvez eu pense em alguma outra coisa horrível pra fazer…
–Pra que esculaxar com o cara se ele já estiver morto?
–Fique calado! Não tem haver com pragmática, é uma questão pessoal. Satisfação pessoal. Estar de bem consigo mesmo.
–Estar de bem consigo mesmo significa rasgar a bunda de um cara e depois, sei lá… jogá-lo numa banheira de esperma de cavalo?
–Sim, é exatamente isso. Esperma de cavalo. Eu preciso fazer uma ligação…
–Pra quê?
–Vamos ver quantos caras dispostos a masturbar cavalos eu consigo arrumar em uma hora.
–Cara, isso é muito errado.
–Foda-se o que é certo ou é errado, quem manda aqui sou eu. E, por falar nisso, onde está nossa garota?
–Eu não sei, talvez em Denver.
–Ligue pra ela. Diga que eu pago quinhentos paus pra ela masturbar meus cavalos.
–Me perdoe senhor, mas eu não posso fazer isso.
–Por que não, caralho?
–O senhor quer que eu ligue pra uma garota perguntando se ela quer masturbar um cavalo!
–E qual o problema, cacete? Os produtores de filmes pornográficos fazem isso o tempo todo! E o serviço deles é legal.
–Não sei se o senhor é capaz de entender disso, mas trata-se de uma questão moral. Eu já matei muita gente; ou talvez eu tenha matado muito mais do que muita gente. Inferno, eu tenho negócios com terroristas, mas isso eu não posso fazer!
–Nunca vi isso na minha vida. Ter mais respeito pela moral de uma cabrita leiteira do que pela vida humana. E eu achando que era o sujeito mais louco daqui! Puta que o pariu, meu rapaz; isso é mais do que hipocrisia, é muita falcatrua, com um pouquinho assim de vadiagem.

Megalomaníaco.

Posted in Orgias Indigestas on julho 29, 2011 by josebuceta

Sabe aqueles dias em que você acorda ciente de que o dia vai ser uma boa merda? Você não sabe como e nem porquê, mas de alguma forma, no seu íntimo, algo lhe diz que tudo vai dar certo. Sabe de uma coisa? Naquele dia foi exatamente o contrário disso e eu estava bastante otimista… mas a vida gosta de se fazer de difícil com a sua imprevisibilidade. Eu simplesmente “pisquei” e, de repente, ele estava morto. E quando eu olhei ao meu redor eu percebi que eu estava prestes a entrar numa coisa para a qual eu provavelmente não estava preparado. Que se foda, eu não sei mais o que devo ou não fazer. Tudo o que eu tenho é um punhado de instinto e uma vontade insaciável de sentar a porrada em todo mundo.

Que seja.

–E aí, rapaz, no que você está pensando?
–Nada demais.
–Dá pra ver na tua cara que você não sabe mesmo da merda em que se meteu. Mas eu vou tentar agir como um amigo e te explicar bem as coisas: isso, ou melhor dizendo, este “torneio” não é necessariamente um evento esportivo. As pessoas não vem aqui apenas para provar suas habilidades, elas querem algo mais.
–Tipo o quê?
–Prazer.
–Que tipo de prazer?
–Um tipo não muito saudável. Tipo estuprar crianças, beber sangue, surrar mendigos, etc. Algo necessariamente sádico.
–Que merda…
–Pois é. Mas eu não os culpo… prefiro acreditar que são todos malucos ou coisa parecida. O problema aparece quando me surgem otários feito você, que não sabem prestar atenção no fato de todo mundo ter um jeitinho meio psicopata por estas bandas. Sejamos sinceros… é muito obvio, como não percebeu?
–Eu mesmo não sei dizer.
–É um otário, isso sim!
–Você não parece ser um “psicopata”.
–Eu não sou. Entrei nessa por motivos um tanto mais “racionais”, se é que me entende.
–Acho que você me entendeu mal. Apesar de não parecer com um psicopata, você está muito longe de uma figura amigável. Qual é a sua?
–Dinheiro, drogas, putas e porrada. Eu costumava cudiar das apostas, até que um dia um otário feito você veio caluniar a minha imagem com uma história idiota de eu ficar longe do ringue por ser um viado que dá o cu. Como eu não gosto que digam essas coisas a respeito de mim, resolvi entrar na briga, com uma condição: ele teria de apostar nos meus adversários. Se eu fosse derrotado, ele receberia o triplo do dinheiro apostado, se não… Bem, ele me deve muito, diga-se de passagem.
–É uma motivação um tanto estranha. Não me convenceu.
–Ok, eu apostei em mim mesmo. E até agora, parece que estou indo muito bem. Se eu perder, terei o mesmo destino do seu amigo, o que significa que “dinheiro” não será um problema. Se eu vencer, nunca mais precisarei pisar nesse chão imundo e levarei uma vida tranquila sem maiores preocupações. Me soa justo.
–Ainda não entendi muito bem. Trata-se de uma reunião de assassinos loucos que querem realhar uns aos outros sem nenhum motivo claro? Me perdoe, mas isso jamais vai me convencer.
–Eu acredito que haja algo mais “obscuro” por detrás disso tudo. Digo… eu já vi muitas coisas estranhas por aqui. Coisas perturbadoras e, aparentemente incompreensível. Além disso, muitas pessoas morrem aqui e os seus cadáveres simplesmente desaparecem sem que ninguém se dê conta de nada… sem familiares, sem polícia, sem nada. E, às vezes, um ou dois deles aparece por aí como se nada tivesse acontecido. Vê essas paredes? Eu posso sentir o cheiro dos cadáveres. E, não importa quanto tempo passe, ele é fresco e, curiosamente, saboroso. Merda, eu posso até ouví-los às vezes… é assustador, não?
–Talvez.
–Vá se acostumando. Agora que você faz parte disso, não tem mais como sair. É vida ou morte, cara. Prepare-se para o pior.
–Ok…

Nada, mas algo.

Posted in Orgias Indigestas on julho 22, 2011 by josebuceta

–O que está fazendo? –Não sei. Talvez eu esteja contemplando a minha própria morte.
–Não seja idiota, você ainda tem muito tempo. E com “muito tempo”, eu realmente quero dizer “muito tempo”, se é que me entende.
–Eu entendo perfeitamente. Bem, acho conveniente mudarmos de assunto. É um mal momento pra se falar de mortes.
–Tanto faz.
–… Lindie.
–Diga.
–Como pudemos deixas as coisas chegarem a esse ponto? Tínhamos um bom plano, não tínhamos?
–O plano era bom, mas… nós não o executamos da maneira certa. Ambos deixamos de ser quem éramos e… acabamos nos deixando levar; ficamos acomodados com a situação. O curioso é que agimos exatamente da mesma forma. Nenhum de nós foi esperto o suficiente para perceber o que estávamos fazendo e alertar um ao outro.
–Almas gêmeas. *risos* Que merda, não? Estamos fodidos como nunca. Talvez não consigamos sair dessa ilesos.
–Não me importo mais com isso. Não me importo mais com nada… eu me sinto confusa. Talvez eu também queira desaparecer; mesmo que isso signifique morrer por alguma rasão.
–Vai acontecer. Bem… eu posso aceitar a minha própria morte. Não sei se posso aceitar a sua.
–Você é um bom amigo.
–Sim, eu sei disso. Sempre fui, não é? Quem diria?! Algo pra me orgulhar.
–De fato, mas eu também sou. Talvez melhor do que você. O que eu estou dizendo? É claro que sou, afinal eu tenho mais dinheiro e um penteado mais interessante.
–Mas eu tenho o melhor par de nádegas. Sem contar que levo mais jeito com as garotas.
–Nem tanto. Eu poderia uma vadia na metade do tempo que você leva pra se apresentar. E por quê? Simples! Eu tenho mais dinheiro.
–Contudo, devemos considerar o fato de eu ser o único aqui que tem um pinto.
–Eu posso comprar um se eu quiser.