Archive for the Consciência Gaymer Category

Atire primeiro, depois atire de novo.

Posted in Consciência Gaymer on agosto 9, 2011 by josebuceta

–Tá de sacanagem, rapaz?
–Não, ele simplesmente arrombou a porra da porta e meteu três tiros na cara da própria irmã! O cara tá cheio de crack, estamos completamente fodidos!
–Não seja retardado, se ele tem armas, nós também temos. E na nossa posição, em maior quantidade e, eventualmente, qualidade. Se ele acha que vai ser tão fácil fazer o mesmo conosco, então ele sim está muito mais do que fodido. Vou rasgar a bunda daquele viado da maneira mais escrota possível. E, então, quando ele estiver morto, talvez eu pense em alguma outra coisa horrível pra fazer…
–Pra que esculaxar com o cara se ele já estiver morto?
–Fique calado! Não tem haver com pragmática, é uma questão pessoal. Satisfação pessoal. Estar de bem consigo mesmo.
–Estar de bem consigo mesmo significa rasgar a bunda de um cara e depois, sei lá… jogá-lo numa banheira de esperma de cavalo?
–Sim, é exatamente isso. Esperma de cavalo. Eu preciso fazer uma ligação…
–Pra quê?
–Vamos ver quantos caras dispostos a masturbar cavalos eu consigo arrumar em uma hora.
–Cara, isso é muito errado.
–Foda-se o que é certo ou é errado, quem manda aqui sou eu. E, por falar nisso, onde está nossa garota?
–Eu não sei, talvez em Denver.
–Ligue pra ela. Diga que eu pago quinhentos paus pra ela masturbar meus cavalos.
–Me perdoe senhor, mas eu não posso fazer isso.
–Por que não, caralho?
–O senhor quer que eu ligue pra uma garota perguntando se ela quer masturbar um cavalo!
–E qual o problema, cacete? Os produtores de filmes pornográficos fazem isso o tempo todo! E o serviço deles é legal.
–Não sei se o senhor é capaz de entender disso, mas trata-se de uma questão moral. Eu já matei muita gente; ou talvez eu tenha matado muito mais do que muita gente. Inferno, eu tenho negócios com terroristas, mas isso eu não posso fazer!
–Nunca vi isso na minha vida. Ter mais respeito pela moral de uma cabrita leiteira do que pela vida humana. E eu achando que era o sujeito mais louco daqui! Puta que o pariu, meu rapaz; isso é mais do que hipocrisia, é muita falcatrua, com um pouquinho assim de vadiagem.

Bolas do Dragão

Posted in Consciência Gaymer on julho 16, 2011 by josebuceta

–São cinco horas da manhã e ainda tem gente cortando os pulsos. Na moral, o ser humano é foda pra caralho.
–Onde que cê viu nego cortando os pulsos, rapaz?
–Alí no 208. É só olhar pela janela, dá pra ver o sangue escorrendo pro chão e tal.
–Sério mesmo? E você vai ficar olhando o sujeito morrer sem faze porra nenhuma? Chame uma ambulância!
–Eu chamar uma ambulância? Mas nem fodendo! Eu não sou pago pra chamar ambulâncias sempre que alguém resolve se suicidar. Que o dito cujo se resolva com o sujeito de lá de cima.
–Cara, como você é escroto. Ao menos me dê o telefone pra que eu possa fazer alguma coisa.
–Cê tá drogado, negão. A gente não paga a conta de telefone fazem mais de três meses. Se quiser ligar, vai ter que ser do orelhão.
–Puta que o pariu, Zé! Eu não te dou o dinheiro pra pagar essa porra todos os meses? O que diabos você fez com a grana?
–Fui no Barbarella pegar umas cocotas. Comi várias bucetas, foi foda pra caralho.
–Ok, depois resolvemos isso. Eu estou descendo. E você me faça o favor de pedir ajuda.
–Jamais. Tenho mais  o que fazer, não vou me estressar por causa de suicidas.
–Você quem sabe. Pau no cu do urubu.

Como trollar à moda otaku (fogo contra fogo) PARTE 01

Posted in Consciência Gaymer on fevereiro 12, 2011 by josebuceta

poder de luta
POR ALINE

Estamos aqui, prontos para mais uma sessão CHUPICARETA na caxola. Como já fi feito numa outra vez, cá estou eu, novamente, entrgando-lhes uma obra literária transcedental que não foi produzida por nenhuma das capivaras humanas que compõe a equipe deste fórum. Em outras palavras, estou querendo dizer que não fui EU quem escrevi, afinal só eu posto nessa merda. Mas deixando todas estas formalidades de lado e evitando termox xulos, temos aqui um pedaço de arte escrito pela renomada arqueóloga forense Enbokyoky Aline. Como todos os seus trabalhos anteriores, este não poderia ser o melhor. Temos um apurado científico bem estruturado e preciso, fruto de décadas de estudo do comportamento humano e reflexões aleatórias adornadas pela música de algum compositor clássico. Espero que se divirtam.

Este guia ensina como trollar (e como não cair na trollada) de uma forma que só um otaku faria. E sem precisar apelar pra técnicas haters, como xingar a mãe ou falar que comeria o trollado de ladinho. Keep classy.

– Pergunte à vítima se conhece Evangelion. Se disser sim, pule para o próximo ponto. Se disser não, recomende a ele, inclusive dizendo que não assistiu The End of Evangelion (minta, se necessário), mas que dizem que é bom. Você terá três possíveis reações: a do otakinho crente, que depois de assistir tudo, chegará iludido e falará que você não está seguindo o caminho de Cristo e que este anime é uma afronta à Palavra; a do otakinho n00b, que vai falar que foi nojento, mas legal e vai começar a formular teorias e imaginar coisa que não tava lá, tipo como seria se o “Itigo Curozaque” estivesse lá; e a de outro troll, que provavelmente leu este artigo e vai te chamar de n00b por não ter assistido TEoE (ou talvez ser um pouco menos troll e te aconselhar a não assistir, mesmo, que é perda de tempo e pans).

– Se confrontado com qualquer discussão de qual anime é melhor, diga que qualquer coisa do Osamu Tezuka é melhor (o que vai ser verdade na maioria dos casos). Mesmo que você só tenha assistido remake do Astro Boy no Cartoon e Black Jack no Animax, você ainda terá assistido mais produções Tezuka do que 90% do público otaku brasileiro. Não se esqueça de frases e ditos como “Mas Osamu Tezuka é o criador de ambos mangá e anime modernos!” “Mas cara, ele era amigo do Maurício de Souza, tem como errar nisso?” “Ele também fez hentai, ele era multi-gênero, tem como ser mais épico?” Claro, não se esqueça de dar facepalm toda vez que um narutard disser que não quer saber quem é Osamu Tezuka e que Naruto é o melhor.

– Se vierem com discussões pseudo-intelectuais sobre Ergo Proxy, Casshern Sins, Elfen Lied, Serial Experiments Lain, Digimon Tamers, Evangelion e Paprika (entre outros, mas esses são os mais comuns de ter pseudo fangirleando e falando baboseira), crie uma discussão sobre a profundidade da obra de Shin-chan e como esta argumenta sobre a família japonesa moderna e a corrupção infantil pela mídia. Ou pegue alguma outra série que nunca foi tida como séria (tipo Lucky Star) e invente algum argumento pseudo-intelectual para esta (não importa se vai fazer sentido ou não, o que importa é que tenha a ver com a temática do anime; sei lá, falar sobre influências negativas da cultura otaku na vida da Konata ou algo assim). Vejam pseudos se morderem de raiva e depois, como os maria-vai-com-as-outras que são, começarem a ponderar se é isso mesmo, só pra depois que começarem o argumento, você trollar novamente e disser a eles que não existem questões profundas sobre este anime, que você só tava de brinks. Isso pode ser perigoso, eles podem querer enfiar um iPod em seu orifício anal, mas o que importa é deixá-los mais confusos do que um Spinda bêbado numa luta contra um Zubat e um Butterfree.

– E falando em Pokémon, capture os pokemons mais inúteis que você puder (Magikarps, Bidoofs, Luvdiscs, Dunsparces, a lista é extensa). Daí, coloque-os para troca. Peça um pokémon lendário (ou um muito raro, tipo um Farfetch’d, um Misdreavus ou um Surskit) shiny em troca. Quanto mais inúteis forem os pokemons que você oferecer nas trocas “n00b”, mais pokefags você irritará.

– Fale sobre DBAF. Se for otaku velho de guerra, tente agir o mais n00b que puder, fingindo ter entrado na internet ontem e não ter aprendido que era só uma pegadinha de 1º de abril; isso geralmente irrita, e muito. Se for otakinho n00b, dê todas as infos falsas e invente mais algumas, faça como se tivesse voltado no tempo e estivesse trollando algum interneteiro brasileiro de 13 anos em 1999. Depois que o n00b cair na pilha e procurar em todo o lugar sobre DBAF, mostre o artigo traduzido da Encyclopedia Dramatica a ele e faça um trollface épico.

– Comece a comparar Vocaloids em comentários do Youtube. Escolha os Vocaloids que soem mais nada a ver um com o outro e comece a dizer que a voz de um soa como a de outro (Tipo Len e Piko, por exemplo, ou Lola e Kaito). Observe os Vocafags se irritarem e começarem a fazer ragefest. Faça uma trollface que chegará às estrelas. Para efeito mais impactante, ainda diga que a música que tal Vocaloid está cantando é uma bosta, não importa qual seja, ou se você gosta dela.

– Comece a reclamar de character designs de animes e games que são aclamados por causa destes. Diga que as mahou shoujos são genéricas e que Sailor Moon fez melhor, ou diga que poderia fazer melhor no Paint. Toda vez que começarem a falar de character designs de Final Fantasy, comece a dizer “belts and zippers”, isso nunca falha (e é, de certa forma, uma verdade irrefutável). Aponte como o laranja da roupa/cabelo do personagem principal desse shounen overrated (diga que é overrated para efeito mais impactante) cegaria uma águia, se essa pessoa existisse IRL, e no final, comece a duvidar da preferência de character designs de dating sims, em especial os que envolvem meninas em uniformes escolares.

– Compare J-rock, J-pop, K-rock e K-pop a pop e rock ocidentais. Diga que o rock ocidental soa melhor e que o pop ocidental é igualzinho ao oriental, até nas esquisitices. E ainda jogue que você acha que tais gêneros japoneses e coreanos soam todos iguaizinhos (mesmo que você discorde em parte). Daí, ainda diga que produtores amadores de Vocaloid conseguem fazer melhor com menos dinheiro e profissionalismo, e isso porque as cantoras são “robozinhos que cantam”.

– Critique qualquer anime exatamente como um crítico de cinema critica filmes. Qualquer um, mesmo. Até Satoshi Kon. Sim, eu fui aí.

– Compare Crepúsculo a shoujo, apontando as semelhanças. Pontuação bônus se o shoujo em questão é Vampire Knight ou envolve criaturas místicas. Pontuação maior aínda se for uma série de vampiros, lobisomens ou criaturas míticas que nem é shoujo (tipo Inuyasha).

Se depois de tudo isso a comunidade otaku brasileira não te banir de qualquer evento de anime ou não quiser simplesmente o endereço da sua casa pra tirar seu escalpo pra fazer cosplay com o cabelo, eu acho que farei a parte dois. Sugestões?

Ninguém entende os gamers

Posted in Consciência Gaymer on janeiro 26, 2011 by pato61

Escrito por Hamdon Nihonjin


Venho por meio desta, informar a minha indignação perante ao preconceito que a sociedade tem com os gamers.

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Fatos Não Muito Importantes sobre God of War

Posted in Artigos drops, Consciência Gaymer on janeiro 11, 2011 by josebuceta

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E para iniciar a nova categoria que eu criei sem a autorização do fundador do blog, um amontoado de palavras inúteis. Espero que você goste do que vai ler. Mas se não gostar, faço minhas às palavras do ilustre Wou: foda-se as notas.

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Os insetos e suas leis

Posted in Consciência Gaymer on janeiro 9, 2011 by pato61

Finalmente, de tempos em tempos, chega [para aqueles poucos] – aquilo que vai ser mais difícil de lhes conceder, mas que apesar disso, lhes deve ser concedido – aquele momento em que eles podem emergir de sua solidão silenciosa e novamente testar o poder de seus pulmões: porque para eles que se chamam uns aos outros como quem se perdeu em uma mata para que possa encontrar e encorajar uns aos outros; pelo que muito se torna audível, com certeza, aquilo tem uma sonoridade imprópria para os ouvidos que não lhe foram destinados. – Pouco depois, no entanto, novamente ainda é na mata, ainda é aquele zumbido vibrante dos insetos que lá vivem, acima e abaixo novamente pode ser claramente ouvido.

Friedrich Nitzsche

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Os JornaLOListas contra-atacam!

Posted in Consciência Gaymer with tags , , on dezembro 23, 2010 by pato61

A primeira coisa que você tem que ter em mente, quando nós vamos discutir o negócio da imprensa dos videogames, é que a fonte das notícias são as próprias companhias de videogames. Aí, nós já podemos traçar a grande diferença entre os outros tipos de imprensa e a imprensa de videogames: no primeiro caso, as fontes de informação são inúmeras, onde no segundo caso alguém provavelmente poderia compilar uma lista de empresas ativas de videogames, e, em teoria pelo menos, simplesmente conseguir ficar de olho em notas dadas pelas companhias de videogames já seria o suficiente para ter uma cobertura completa e compreensiva de tudo o que está acontecendo no mundo dos games. Novamente, isso é apenas teoria.

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