Archive for the Uncategorized Category

POSSUIDA

Posted in Uncategorized on janeiro 11, 2012 by josebuceta

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Quando Nietzche Gozou

Posted in Uncategorized on outubro 28, 2011 by josebuceta

Quando Nietzsche chorou

Houve um tempo, bem longícuo, ardoroso
Onde um homem, a sós consigo adorou
Uma doutrina meio estranha, algo complexa
Que, sozinha, se proliferou, mesmo perplexa

Esse homem, dito santo, Super Homem
Sonhou com ritos, descontruções e profetas
Ao seu lado, jazia um vidro de tarja preta
Talvez nele houvesse o segredo de sua avareza

Ele tentou, pensou, refletiu
E ao cansar-se mandou tudo pra puta que pariu
Se o seu amor, como o fél, nada valia
Por que não entregar à maresia?

Em seus sonhos, então, enclausurou-se
Não mais valia tanta dor algo superflua
A partir de então sua vida seria perversa

Aliou-se à corrente do mal
Construiu uma máquina colossal
Em seu topo jazia todo o controle
Escalou-a como sendo uma torre

Plantou nele todas as suas esperanças
Funciona sob a dor das lembranças
Das vadias, eunucos, pensadores e veados
De vidas medíocres e igualmente fado

Tudo seria então destruido de vez
Não haveria mas pra vocês
A física de sua arma era fulgaz
Violenta, idestrutível e eficaz

Disse adeus esse mudou e gritou:
Nunca, jamais saberão quando Nietzhe chorou!
Quando Niezche chorou…

This fight will be your last.

Posted in Uncategorized on junho 6, 2011 by josebuceta

–O que você está tentando me dizer?
–Estou tentando dizer que este lugar é um tanto desagradável. Se eu fosse você, daria o fora.
–É o que eu estou tentando fazer. Mas digamos que o destino não tem colaborado muito comigo. Nem o destino e nem esse lugar. Não querendo parecer excêntrico, mas já sendo, acho que esse lugar tem alguma coisa contra mim. E quanto mais tempo eu passo aqui, mas me convenço disso.
–*risos*Creio que o sr. esteja certo, meu caro. No fundo, este lugar tem algo contra todo mundo, sem qualquer tipo de descriminação. Não houve, na história deste país, um único dia em que este lugar não tenha odiado alguém. Nem os mais santos escapam do olhar dessa porra, seja lá o que ela for.
–Explique melhor.
–O que mais eu posso dizer? Não é um bom lugar pra se viver, nunca foi. Ou talvez tenha sido, sei lá! Isso não importa mais, porque hoje em dia esse lugar tá uma bosta e assim que eu tiver a chance, vou-me embora daqui. Espero que o meu câncer não me mate antes disso. Embora eu não tenha muito tempo de vida, ser enterrado neste solo miserável me parece má ideia.
–Você fala como se eu tivesse algum interesse pela sua vida pessoa. Eu não vim aqui pra ouvir especulações de um velho bêbad0, vim porque queria alguém capaz de me explicar que merda é essa que está me acontecendo. Vejo que perdi o meu já mal bem aproveitado tempo.
–Qual é o seu problema, rapaz? Há um minuto estava sendo tão cortez… essa geração Y! Nunca sabe o que quer da vida; nunca sabe se está de bom ou mal humor. No meu tempo você podia manter uma linha de raciocíneo numa conversa sem ter de lidar com a bipolaridade do ouvinte, sabia?
—Ao menos ainda não ficamos gordos e velhos, campeão.
–Por enquanto…
–Ora, pois! Do jeito que as coisas andam, acho que eu não deveria me importar com o que vai acontecer daqui a uma semana. E você também não deveria, talvez estejamos no mesmo barco.
–Como assim?
–Obrigado por confirmar minhas suspeitas. Você não sabe de merda nenhuma, não tem como me ajudar. É como todos os outros… E eu só queria saber por quê.
–Seja mais claro, moleque.
–Eu poderia te matar, sabia? Ninguém iria ligar. Não tem ninguém aqui. Não tem nada aqui, apenas arbustos, névoa e residências abandonadas. Esta cidade está morta, assim como aqueles que a habitam. Talvez você também esteja morto, talvez eu mesmo esteja morto. Eu quero descobrir.
–Agora quer me matar? Puta merda, todos estão ficando malucos! Não se pode nem mais conversar com estranhos hoje em dia que eles já chegam com um papo estranho de querer te matar por motivo nenhum. Sabe de uma coisa? Se quiser me matar, vá em frente. Eu já estou de saco cheio dessa merda.

Granada

Posted in Uncategorized on março 23, 2011 by josebuceta

GRANADA

Arma de destruição, explosiva, infiel, poderosa e amarga como fel

GRANADA

Que me dilacera as entranhas ao se estilhaçar numa chuva de balas

GRANADA

Com sua força explosiva abate meus homens ceifa-os a vida

GRANADA

Quando jogo C.S, tu és salvadora e família

GRANADA

Explode a alma do homem-macaco
Desfaz sua história feito um canto brado
Que conta de heróis liquefetos em água

GRANADA
Tua forma elegante explode retumbante
Falcete sambante
Tombando um montante de gente cagada.

GRANADA

Na cama esculachas
Me faz de bonacha
Ó, vindoura granada!

GRANADA

Explosiva, singela
Um tanto destrutiva
Instrumento de guerra

GRANADA

Se um dia eu morrer
Seja lá como for
Que tudo seja obra de uma

GRANADA

April March: Garçon Glaçon (uma parábola do existencialismo)

Posted in Uncategorized on janeiro 10, 2011 by josebuceta

Eu gosto dessa música. Se você não gosta, eu quero que você vá provar do angu do gomes. E tenha dito!