Contradições Reprodutivas: Um Apurado Científico do Porquê Vocaloids são Idiotas (Parte 01)

another gamerQuem lê esse blog há algum tempo, já está careca de saber como eu estruturo meus pensamentos: eu não estruturo. Por isso não espere nada diferente desta vez, falou? E se você estiver curioso com o fato de eu estar escrevendo isso, que pode ser interpretado como uma espécie de “introdução”, não tem problema. É que eu ainda não sei muito bem sobre o que eu pretendo escrever, daí resolvi enrolar um pouco com esse pap de “introdução”. Aliás, é disso mesmo o que eu quero falar, pessoal. Quero falar de introduções:

Você já parou pra se perguntar qual é a graça das introduções literárias? Digo isso porque, geralmente, além de completamente desnecessárias, elas contém toda uma linha de pensamento pessoal, baseada nas impressões de quem as escreveu–tal pessoa raramente é o autor do livro–e, ao invés de acrescentarem alguma coisa de valor à leitura, elas vão moldando o seu pensamento para que, na hora de ler, você já tenha uma opinião formada a respeito da obra, tal qual irá fazê-lo enxergá-la de uma maneira que, muitas vezes, não é assim tão compatível com você. E é justo por isso que eu nunca perco o meu tempo lendo introduções–em especial, as mais longas, pois estas são as piores de todas (e as mais chatas também).

Mas pensando bem…

Não é sobre isso que eu pretendia escrever. É sobre ficção.

A ficção é “fictícia”, e disso todos sabemos… ok, talvez eu não tenha absolutamente nada para dizer a respeito da ficção, ainda que cerca de noventa e cinco por cento das minhas ocupações (como se eu realmente tivesse parado pra fazer esse tipo de cálculos, de fato, ter uma ocupação–se tivesse, provavelmente não estaria aqui escrevendo isso) consitam em produzir algum tipo de ficção, pouco estudei sobre o assunto e, para ser sincero, menos ainda pretendo estudar, porque tudo o que eu faço é uma merda mesmo, logo eu estaria perdendo o meu tempo ao investir tempo e dedicação numa carreira tão “trivial” quanto a de literata. Existem muito mais coisas úteis para se fazer, e muito mais coisas lucrativas, também–exceto, talvez, para você que é um vendido e passa os dias tentando produzir o novo Harry Potter no intuito de quitar todas as dívidas no fim do mês (olha que palavra boçal, “quitar”). E o pior de tudo, é que além de trivial, essa porcaria de carreira não é assim tão simples. De fato, foram poucos os grandes escritores que passaram a vida a estudar os mais diversos conceitos da literatura–foda-se, eu sei que não possuo respaldo suficiente para essa informação, mas e daí? o blog é meu e eu digo aquilo que bem entender–, e menos ainda os que o fizeram e se tornaram notáveis, pois a literatura é um negócio especial que brota do fundo da alma de quem escreve e florece em lindos campos de palavras poéticas. No entanto, os únicos seres iluminados capazes de compreender tão conceito são aqueles que “manjam das putarias”.

ENFIM: Primeiros esclarecimentos:

Não é um tipo de ficção, não é literatura e nem arte. Isso é…

ESPARTA!

Contradições Reprodutivas: Um Apurado Científico do Porquê de Vocaloids Serem Idiotas

Episódio um.

Pra quê pular tantas lihas?

DO TÍTULO:

Embora eu ache que se trata de algo auto-explicativo, haverão aqueles os quais nunca ouviram falar de um “Vocaloid” ou até mesmo de um “Utauloid”. Apesar de serem quase sinônimos, as palavras possuem uma pequena margem de diferença e eu não vou explicar qual é, pois esse não é o meu trabalho. Além disso, também não explicarei com muitos detalhes o que é um Vocaloid, pois isso também não é o meu trabalho. O meu trabalho é cumprir com a minha palavra e trabalhar com esses elementos ridículos tal como eu disse que faria há algumas semanas, quando os seres humanos ainda caminhavam no solo terrestre e o aquecimento global não passava de um devaneio distante da ficção científica.

Um Vocaloid é uma espécie de programa de computador que sintetiza fonemas e depois os reorganiza de acordo com o desejo do usuário, e pode ser usado pra falar ou pra cantar–ou talvez os dois. De fato, a maioria deles tem uma voz de merda e fazem ruidos mais penosos do que o batuque dos tambores Yanomamis, por isso, a única maneiras que os Japoneses encontraram de vender essas porcarias mais do que desnecessárias foi “criando” personagens ao estilo mangá para os respectivos modelos do programa, conseguindo a fidelidade e culto de uma orda de nerds e otakus virgens sem muita visão de vida. Mas, como já é de conhecimento geral, nem todos estão dispostos a pagar por isso, ao passo que nem todos estão dispostos a piratear isso, então, algum maluco, cuja identidade permanece desconhecida pela Agência de Segurança Nacional, lançou uma versão gratuita e muito piorada destas porras, sendo estas chamadas de “Utauloids.

Diferente dos Vocaloids, cujas vozes geralmente são sintetizadas de pessoas quase-importantes, os Utauloids costumam ter suas vozes advindas de otakus retardados, geeks desocupados ou simpatizantes alucinados, sendo, no geral, ainda piores do que os Vocaloids. Mas a facilidade com a qual o programa lida, acaba criando “tipos” muito mais divertidos do que os que vem da fábrica, e isso às vezes compensa baixar uma porcaria dessas–ou não, vai depender do seu nível de sanidade (o meu não é dos mais altos).

Os protagonistas desta trama são alguns Vocaloids idiotas, portanto, se você nunca os viu, vale a pena jogar o nome deles no Google e observar as belas ilustrações que aparecem–vai te poupar o trabalho de imaginar como eles são, e também vai me poupar o trabalho de descrevê-los. Lembrando que isso não é uma história para a sua família, logo deixe esta porcaria longe dos teus filhos, leitora negligente.

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