O Estranho Caso de James Lee Jones (parte 01)

AVISO:

Literatura não recomendada para seres humanos normais. Se você se considera uma pessoa de respeito, que faz o possível para garantir o bem estar da sua família e da sociedadade, além de estar de acordo com todos os seus deveres cívicos, vá fazer alguma coisa mais proveitosa, tipo assistir pornografia na internet.

Contém: linguagem imprópria, sugestões impróprias, ortografia imprópria e formatação imprópria—além da violência gratuita, das piadas racistas e sexistas e de toda a violência explícita.

Não me pergunte como toda essa palhaçada começou a se tranformar, lentamente, numa peça de teatro de muito mal gosto escrita por sociopatas desmedidos e sem disciplina. Limitar-me-ei a dizer que, naquela época, eu gostava muito de jogar videogames e e de surrupiar a chave do carro do meu pai para madrugar apostando rachas a uma milha de casa. Enfim… coisa de criança mesmo, nada diferente do que os meus outros amigos faziam por aí (e, além disso, eu nunca fui um cara muito original, portanto minhas merdas também eram cópias das merdas que dos outros).

Tudo começou numa noite de outubro, cujo dia, não me lembro ao certo qual foi. Um dos amigos do meu pai, James Lee Jones tinha uma banda de rock. A banda não era, mas não faziam música própria; viviam de covers dos clássicos da década de oitenta–basicamente, todas as faixas da V-rock, com raríssimas exceções de se tocar algo do começo dos anos 90, pouco depois do falecimento da tendência rock farofa. James Lee Jones não era o tipode cara com quem você iria querer se meter (ou meter, variando de acordo com a sua opção sexual). Ranzinza, mal encarato, boêmio, violento e inconsequente, ele se encaixava naquele seleto grupo de pessoas cujas atitudes mais parecem uma atuação ruim em um filme de ação do que, de fato, uma personalidade real. Dessa maneira, não espere uma boa representação daqueles pormenores valiosos que a maioria dos bons autores utilizam para descrever os espíritos das pessoas. Mas sabe o que eu penso? Que tudo isso é meio chato. E, de certa forma, eu prefiro muito mais esse jeito de gente babaca. Ou você prefere Hamlet? Azar o seu.

Mas voltando ao assunto, com exceção do meu pai e de mais meia dúzia de idiotas mal aventurados–eu não tenho medo de incluir aquela besta nesse grupinho, é a mais pura verdade, e se você duvida, tente conversar com ele pessoalmente–, Lee não tinha lá muitos amigos.Dos citados, o mais presente era, também o mais antigo: Joshua. Era um carinha baixinho e cabecuto, porém simpático; um tanto diferente da sua galera (de fato, era bem fácil simpatizar com ele, por mais conservadora que fosse a sua postura–ouvi dizer que ele também era muito popular com as garotas, mas com aquela cara de rato, eu é quem não vou acreditar nessa).

Enfim. James Lee Jones não andava bem naquela semana. Depois de cair na porrada com o ex. namorado da sua ficante, ter sido assaltado e recebido notícias da morte do pai, o que ele mais queria era cair na caidaia e deixar todas essas merdas no passado. Basicamente, ele queria esquecer de tudo e voltar ao status de “eu não ligo, logo não me encomodo”, afinal, este já havia lhe rendido bons tempos no passado, por que não o faria agora? Resolveu convidar ninguém mais ninguém menos do que Joshua para “curtir” a noite toda. Depois de um bate-papo sensual, ficou combinado que iriam madrugar num bar de motoqueiros que ficava lá pra terra do Gomes. Era um lugar bem legal, cheio de sujeitos barbados, com jaquetas de couro e calças jeans surradas, onde só se ouvia o melhor do rock’n roll. Motorhead, Sepultura, Twisted Sister, Megadeth, Poison, Motley Crue; enfim, só a nata do som porrada. Tudo adornado com dois ou três litros de álcool correndo pelo seu corpo e tornando-o trinta vezes mais bruto e grotesco do que é de costume (o ápice da putaria) ou algo do tipo. Se você conhece algum lugar parecido com esse, o que está esperando? Vá torrar o seu salário lá! (especialmente se você for solteiro, seu vagabundo–ou vagabunda). Mas chega deste falatório barato, vamos investir na narrativa:

James havia acabo de acordar. Dormira o dia todo (tudo sem ter batido pelo menos uma punhetia na noite anterior, o que é muito raro). Acordou fodido, pensando em todos os problemas da sua vida, então logo decidiu que era hora de esquecer todos eles entregando-se à noite. Mas o que fazer? Não tinha lá muita grana, havia torrado todo o salário fazendo a mesma merda que pretendia fazer essa noite—ou seja, nada de muito interessante para os ouvidos das virgens castas e de boa família que, em sua maioria, frequentam este lindo fórum de moças. Que tal ir fazer mais uma visita àquele bar fodido dos motoqueiros escrotos? Decerto que na vez anterior, ele teve que sair de lá na base da porrada, porque havia entornado tanta cachaça que de repente se esqueceu de quem era e acabou decidindo se tornar o Gene Simons—e tentar agir como ele, pra deixar a situação ainda mais embaraçosa.

Estava decidido. Pegou o telefone e ligou para o seu melhor amigo, Joshua, o glorioso guerreiro das trevas nível 99:

–Fala, viado!
–Viado é rolimã. Qual foi, meu campeão, por que me ligastes a essa hora da noite?
–Aê, quer vir comigo no bar dos motoqueiros? Tô afim de encher a cara!
–Mas logo no bar dos motoqueiros? Eu ainda me lembro da última vez…
–Aquilo? Foi foda pra caralho! Eu nunca me diverti tanto na minha vida.
–Não finja que se lembra, você estava mais cheio de álcool do que um barril de vinho.
–Pra você ver. Foi tão divertido que mesmo bêbado pra cacete eu me lembro de tudo. A vida é curta, você não pode se dar o lucho de deixar em branco todos estes momentos maravilhosos!
–Deixe de ser mentiroso, quando te acordaram você não sabia nem em que ano nós estávamos.
–Eu posso provar que me lembro de tudo escrevendo uma música inspirada naquela ocasião.
–Nem vem, Lee. Você escreve mal pra caralho.
–Chega de viadagem, você vem ou não?
–Mas é claro que eu vou. Se eu não te acompanhar nessa, eu duvido que você vá voltar pra casa vivo.

E assim tudo ficou resolvido. Como Lee era um péssimo motorista, Joshua decidiu que ele mesmo iria dirigir, então ficou de conduzir o amigo até o bar. Ele chegou na casa do sujeito lá pelas oito da noite e eles sairam direto pro bar. No caminho, Lee decidiu parar em uma lojinha de beira de estrada para comprar cigarros, balas de menta, uma revista pornográfica. Mas acabou levando um CD do Metallica junto—era uma boa promoção: kill then all por apenas 10 pilas. Mesmo que a capa fosse feita de papel e a impressão fosse uma bosta, era uma pechincha. Voltando pro carro, ele acabou decidindo colocar o disco pra tocar, e eles seguiram em frente ao som de Blitzkrieg, batendo as cabeças feito marretas nórdicas.

Ao se aproximarem do estacionado do tal lugar, Joshua perguntou se Lee achava mesmo uma boa ideia voltar praquele lugar. Podia ser que ele estivesse marcado. Se isso fosse verdade, bastaria pôr os pés lá dentro pra receber aquela chuva de olhares intimitadores vindos de sujeitos que talvez já tivessem matado uma dezena de caras como ele. Lee, confiante, disse que tava pouco se fudendo, e se fosse pra rolar porrada, que rolasse e fosse puta grotesca, pois o que ele queria mesmo era estravazar e não estava passando por uma fase da sua vida onde valia a pena ligar pra coisas estúpidas como auto-prezervação. Apreensivo, Joshua saiu do carro junto a ele e ambos caminharam em direção àquela portinhola de filmes de faroeste (se você for do tipo que é familiarizada com westernes ou pelo menos possui um tiquinho de imaginação dentro dessa sua caixa craniana afetada, tente imaginar uma das faixas do Ennio Morricone tocando. Se não conseguir, aí vai um link:http://www.youtube.com/watch?v=mLXQltR7vUQ&feature=related). Sabe o que aconteceu? Não vá chamar Joshua de vidente, mas ele estava certo: os caras conheciam aquela cara de filho-da-puta muito bem. Conforme eles adentravam o estabelecimento, a passos curtos, um carinha curioso que estava sentado a uma mesa a poucos metros dele se levantou e bravejou:

–Eu me lembro de você, seu paspalho! É o sujeito que pensa que é o Gene Simons. Você é um bosta.

Dito isso, todos do bar começaram a rir. Alguns mais do que outros e foi só isso. Joshua, aliviado, agradeceu aos céus pelo bom humor dos sujeitos. Já Lee, infelizmente, não encarou aqueilo como o amigo. Ofendido, ele mandou o cara tomar no cu bem alto e falou que ele repetisse aquilo algum dia ele iria enchê-lo de porrada. O carinha, sem medo, o fez, na cara dura. Joshua ficou assustado, aconselhou ao amigo deixar aquilo pra lá e ir tomar umas cervejas; talvez fazer alguns amigos e jogar dardos. Mas Lee não queria saber daquela babaquice, queria é que o carinha fosse chupar um cacete groço longe dalí e o desafiou pra um duelo de porrada à moda antiga. Punhos contra punhos; ossos quebrados; dores por todo o corpo; moral reduzida a um pedaço de merda inodoro e insípido feito mijo de gente mal alimentada (é, ele disse tudo isso e mais um pouco).

O palco estava armado, o gancho era ruim, mas não havia perdido o valor. Até o próximo capítulo, capivaras humanas!

Capítulo um: As deformações morais sofridas pela ausência do caráter crítico e moral de um jovem bêbado entregue aos ideias boêmios da perdição (e a genial pretenção de acrescentar um título ainda maior da próxima vez que eu for escrever alguma coisa):

Como você já deve ter lido no primeiro capítulo—por sua vez, muito mal escrito e cheio de erros crasso, como já evidenciou o nosso glorioso ídolo Satanás–, tudo corria mal na vida de nosso herói, o poderoso James Lee Jones. Contudo, não é disso que eu vou falar, até porque eu já falei bastante disso: irei livrar-me da pendência de continuar a partir do gancho barato que deixei no capítulo anterior; irei fazer você, leitor, provar um pouco do gostinho de ferro que têm todos os conflitos gratuitos a se espalharem pelo mundo a fora; darei-o, como presente por supostamente ter chegado aqui (ignorando a possibilidade de você sequer ter dado atenção ao primeiro capítulo), uma sequência gratuita de porradas. Mas como descrever isso? Sinceramente eu não sei, nunca li uma obra literária onde, num dos períodos, houvessem longas descrições de porradaria contínua e puramente violenta, até porque eu costumo ler os clássicos, e em sua maioria, os autores destas pérolas da capivarice humana não viveram numa época onde era comum a produção de filmes focados em ação arrebatadora—o que é muito bom, porque, se houvesse, eu estou certo de que caras como Machado de Assis e Fiódor Dostoiévisky adorariam e muito provavelmente tentariam transpor essa atmosfera para suas obras (imagine só como seria divertido se, em Don Casmurro, rolassem cenas de perseguição envolvendo éguas no cio ou se em Irmãos Karamázov Aliocha soubesse Kung-fu. Fala sério, ainda tem gente que se pergunta por que os jovens pouco se fodem pra tudo isso? Infeliznmente sim.

Mas onde eu estava mesmo? Oh, sim (se você notar alguma diferença no parágrafo que eu acabo de copiar, é porque mostrou-se conveniente modificar algumas coisas no intento de agregar qualidade à narrativa—algo que eu poderia, ou melhor, deveria ter feito antes, mas estava ocupado demais ouvindo isso: http://www.youtube.com/watch?v=JAkXoNOjeBE): Dito isso, todos do bar começaram a rir. Alguns mais do que outros, alguns menos do que a maioria. Joshua, aliviado, agradeceu aos céus pelo bom humor dos seus futuros companheiros de farra. Já Lee, infelizmente, preferiu ver as coisas de outra forma. Ofendido, ele mandou o cara tomar bem no meio do seu observador anal e o desafiou a repetir aquilo algum, com a promessa de que se ele o fizesse, o encheria de porrada. Mas o carinha, sem medo, o fez, na cara dura. Joshua, que tinha o péssimo hábito de carregar o cu na mão, se cagou todo. Temeroso, aconselhou ao amigo deixar aquilo pra lá e ir tomar umas cervejas; talvez fazer alguns amigos e jogar dardos. Mas Lee não queria saber daquela babaquice, queria é que o carinha fosse chupar um cacete groço longe dalí. E na esperança de concretizar este profundo desejo perverso, o desafiou pra um duelo de porrada à moda antiga. Punhos contra punhos; ossos quebrados; dores por todo o corpo; moral reduzida a um pedaço de merda inodoro e insípido feito mijo de gente mal alimentada (é, ele disse tudo isso e mais um pouco). Como ele poderia não aceitar? É claro que entraria de cabeça nos insultos, investiria na pancadaria, vomitaria todo o seu ódio encima de seu oponente, aproveitando-se das descargas de adrenalina que tomavam o seu corpo, que nem naquele desenho dos anos 90, o popular Action Man (eu adorava assistir essa porra).

De repente alguém o barman decidiu que seria uma boa ideia adornar aquela confusão, e ligou o rádio, onde tocava essa música (http://www.youtube.com/watch?v=TQVrl7wRcNg&feature=related). E bastou o princípio de uma nota para que tudo começasse a ruir. Cadeiras voaram, garrafas voaram, botas voaram, disco de vinil voaram, pequenos ratinhos voaram, pobres virgens castas voaram, aves voaram; bíblias sagradas também voram.. Teve início uma troca de sopapos épica, digno do cinema de ação norte-americano. E no meio de toda aquela confusão, nosso amigo Joshua encolhia-se, debaixo d’uma mesa, que nem a Ana Maria Magra após degustar um delicioso prato sem graça do qual ela precisa falar bem gostando ou não. Não era novidade pra ninguém que nesses bares ocorrese esse tipo de pancadaria e talvez por isso os responsáveis pela admnistração do estabelecimento não fizeram nada, além de observarem o quebra-pau calamitoso com um brilho fumegante no olhar. Enquanto isso, no meio da confusão, o glorioso James Lee Jones lutava para permanecer de pé, mesmo após de levado duas ou três garrafadas na cabeça. Mas ele lá queria saber de dor? Só o que conseguia fazer era procurar o seu alvo em meio a multidão de barbas grotescas e jaquetas de couro; só que o pobre coitado já estava tão alucinado de levar porrada, que de repente começou a ver tudo em câmera lenta. Era uma epifania sagrada; uma visão bíblica da criação; uma habilidade oculta do ser humano, perdida numa tempestade aleatória de neurônios e descrições sem sentido: ele podia voar; não, melhor do que isso, ele podia socar as coisas, porque tinha punhos de ferro banhados à prata anti-vampiro. Enfim. Eu já não sabia mais o que dizer pra descrever aquela cena. Foi quando eu decidi me apegar às subjetividades da vida e dizer coisas sem sentido pra parecer poético. E quando eu percebi que já tinha feito isso, Lee encontrou o sujeito na multidão. Ele sacou o seu canivete e seguiu na direção daqquela besta maldita, esgueirando-se por todos os outros conflitos desnecessários que ocorriam naquela festança da morte infinita. Quando viu-se frente à frente com o sujeito, quis esfaquiá-lo até suas tripas sairem pra fora. Foi quando ele se lembrou de que nunca teve um canivete e que, na verdade, era tudo uma alucinação provocada pela hemorragia. Depois disso tudo o que ele viu o a escuridão—basicamente eut ô querendo dizer que ele desmaiou por falta de sangue.

Quando acordou, estava em um lugar diferente, longe da civilização, flutuando numa bolha espacial em meio aos anéis cosmicos do poderoso deus Saturno, o que tudo perdoa.

Ou talvez… Bem, eu suponho que esteja enganado. Ele não flutua numa bolha espacial em mais aos anéis cósmicos do poderoso deus Saturno, o que tudo perdoa. Ele estava era boiando em um rio fétido que fedia à merda. De alguma maneira obscura, da mesma forma que ocorreu com o garoto selvagem, algo estancou o seu sangramento e ele sobreviveu. Mas onde estaria Joshua? Ele jamaiso abandonaria daquela forma, era um cara legal, e por mais que isso fosse muito escroto, obviamente não o permitiria fazer uma coisa dessas. Tal reflexão o fez chegar à conclusão de que deu uma merda muito maior do que ele esperava e, talvez, confundindo-o com um cadáver, algum desgraçado o tivesse jogado por lá, pra apodrecer em meio a um monte de bosta—nada mais apropriado. De qualquer forma, sua cabeça ainda doía e ele ainda não se sentia bem o suficiente para voltar pra casa. Arrastou o seu corpo sujo pela margem até atingir terra firme, lá, debrusou-se na própria carcaça e lutou para não dormir. Quando olhou para frente, viu que estava muito próximo à uma planície deserta cheia de porra nenhuma. Ouviu o uivo dos coiotes. Decidiu se levantar, não estava afim de ter o rabo devorado por uma porra dessas. Já de pé, botou pra fora o que restou do seu mal digerido almoço (tentou fingir que não viu aquelas coisinhas que pareciam bosta flutuando na gosma cor de puz). Não sabia o que pensar naquilo. Em poucos segundos, sua vida tornou-se uma merdamorfose singela de porcarias inimagináveis eo que restava do seu caráter apodrecia numa cova cômica cavada bem no meio das pernas tortas do espírito de sua falecida mãe , da qual ele pensava não gostar até então. Foi quando, no espaço, viu surgir uma estrela cadente flamejante, gigante e amarela, que crescia e crescia; à primeira vista, pensou em hadoukens e kamehameha’s, depois lembrou do conceito de UFO’s. O que quer que fosse, estava vindo em sua direção, rápido o suficiente para pulverizar o que restou de sua deformidade imaterial.

“Qual foi?”, ele pensou. “Abdusido, frito, fodido e cagado, era uma maneira curiosa de morrer. Pena que não restaria cadáver pra ser estudado; isso era muito deprimente, muito mesmo”. Quase injusto, se me perguntar.

Segundos depois, veio o clarão. Um belo contrate ao infinito negro de outrora e talvez um efeito especial bem bolado. James Lee Jones, aquele homem de merda teve o seu merecido fim, morto por alguma coisa que ele nunca soube o que era.

Tá legal, dessa vez não foi isso o que aconteceu. Lee não morreu, mas achou que tinha. Lentamente ele abriu os olhos, pouco a pouco recuperando a sua capacidade de enxergar as coisas que fora momentaneamente retirada dele pelas circunstãncias já demonstradas. Aoinvés do própriosatanás, James Lee Jones viu algo muito menos assustador, porém intrigante: uma cratera com um raio de, mais ou menos, uns cinco metros. Decidiu aproximar-se dela, ver que porra poderia ser que havia caído alí; talvez até fosse algo de valor; algo que pudesse fazê-lo ficar podre de rico; algo que lhe desse super poderes; ao menos algo bonito de se ver. O que era? Você vai saber no próximo episódio. Cansei de escrever.

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